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sexta-feira, dezembro 24, 2010

Bom solstício de Inverno

Em quase todas as culturas do mundo se festeja o solstício de Inverno, o dia a partir do qual os dias voltam a ficar mais longos e as noites mais curtas. É um hábito que nos ficou do tempo em que andávamos agrupados em tribos e temíamos muito a noite. Entre nós o solstício de Inverno festeja-se de 24 para 25 de Dezembro na forma da celebração do Menino de Jesus, que seja... O que importa é reunir a tribo e brindar aos dias mais longos.

O solstício deste ano ocorreu simultaneamente com um eclipse da Lua, foi um momento mágico que não ocorria desde 1638. O próximo eclipse em dia de solstício de Inverno ocorrerá apenas em 2094.

terça-feira, fevereiro 19, 2008

Debate: Cultura e Coimbra



Um apelo a todos os conimbricenses que puderem comparecer a este debate sobre a cultura na nossa cidade. Uma cidade que alberga a melhor Universidade do país e que possui um tecido intelectual invejável na nossa pobre Lusitânia não pode contentar-se com uma vida cultural digna de uma aldeola alemã ou francesa. A Câmara Municipal tem culpa no impasse que vive a cidade, efectivamente a filosofia da cultura exclusivamente financiada por ricos, apresenta resultados miseráveis, praticamente nulos, e continua a excluir a periferia e a baixinha da cidade. Mas a massa intelectual de Coimbra tem que se consciencializar definitivamente que deverá ter mais iniciativa, iniciativa não só para denunciar a inacção do executivo de Carlos Encarnação, mas iniciativa para debatermos mais, com mais regularidade, para debatermos livros, filmes, política, ciência, arte, debatermos a cidade, o rio, os arredores e a região. Contem comigo para o que for possível.

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Subscrevo, obviamente

Respondendo ao repto conimbricense do Prof. Carlos Fiolhais no De Rerum Natura, subscrevo o texto "Pelo direito à cultura e pelo dever de cultura!". Subscrevo os motivos nele invocados, mas poderia acrescentar outros, como o alheamento por parte do executivo camarário da cultura enquanto história da cidade, enquanto património ou enquanto ligação entre o polo cultural da alta e as zonas periféricas da cidade ou as zonas pobres da Baixa.