quarta-feira, maio 19, 2004

Há 33 anos foram lançadas para Marte as primeiras sondas


(Sítio da ESA)

Dia 19 de Maio de 1971 foram lançadas as duas primeiras sondas a tocar o solo de Marte. Foram as sondas soviéticas Mars 2 e Mars 3. A Mars 2 despenhou-se e a Mars 3 deixou de comunicar com a Terra 20 minutos depois de ter aterrado. As duas sondas estavam equipadas de dois pequenos veículos de exploração da crosta marciana. A Mars deixou de transmitir sinal porque teve o azar de ser apanhada por uma das maiores tempestades de pó jamais registadas em Marte. No entanto, as sondas orbitais funcionaram perfeitamente e transmitiram dados inéditos e cientificamente muito valiosos.

Os meus 23

Guarda-redes
Victor Baía, Moreira, Pedro Roma
Defesas
Paulo Ferreira, Nuno Valente, Fernando Couto, Jorge Andrade, Ricardo Carvalho, Rui Jorge, Jorge Costa e Frechaut
Médios
Luís Figo, Rui Costa, Maniche, Costinha, Tiago, Ronaldo, Simão Sabrosa, Pedro Barbosa e Moreira (Std. Liège)
Avançados
Pauleta, Nuno Gomes e Helder Postiga

Como acho que na selecção devem jogar os melhores e não os que escapam à violência e ao ódio da clubite aguda, incluí o Pedro Barbosa e o Jorge Costa apesar de terem declarado não participar mais na selecção na sequência de julgamentos sumários pouco rigorosos na praça pública. Se o Deco viesse para Portugal até aos 12, 13 anos fazia sentido jogar na selecção, agora naturalizar jogadores aos vinte e tal anos para jogar em selecções, como se faz no basquete com os americanos, acho que empobrece o espírito deste tipo de competições. Além disso, o Deco teria lugar no Escrete de caras.

O meu 11 seria:

................Victor Baía

P. Ferreira...Couto....R. Carvalho...N. Valente
.................Costinha
....Rui Costa....Maniche....Figo
.................................Ronaldo
..................Pauleta


Custa-me muito dizer isto, mas o Rui Costa não deve estar em forma para jogar 90 minutos. Depois do Rui Costa dar o berro (lá para o minuto 40) entraria logo o Tiago ou o Simão (este iria para a ala esquerda e o Ronaldo para a direita).

terça-feira, maio 18, 2004

Massoud foi lamentado na Casa Branca no 11/9

"We'll need presidential pressure on Yemen and "Saudi Arabia too," said John McLaughlin, Tenet's deputy. "And a major covert action program for three to five years, support to the Northern Alliance." It was too late, however, for Massoud, the leader of the Afghan Northern Alliance. He had been assassinated by al Qaeda 24 hours earlier.

"Against All Enemies", Richard Clarke, Free Press, 2004, pag. 23.

Já aqui tinha referido que a recepção do Comandante Massoud pelo Parlamento Europeu em Abril de 2001, com o intuito de o apoiar na luta contra os talibãs, foi uma das iniciativas mais louváveis organizadas pelo Parlamento (que fica nos antipodas da recepção a Kadhafi). Na altura os EUA e os governos dos principais países da Europa ignoraram a iniciativa. Aliás, Chiney ainda alimentava esperanças de fazer as pazes com o regime talibã de modo a poder reactivar a negociata do oleoduto que ficara comprometida desde o ataque à embaixada Americana em Nairobi por parte da Al-Qaeda que era protegida pelos talibãs. Massoud era mesmo visto por uma parte dos neo-conservadores americanos como um terrorista (os talibãs eras as suas vítimas, vejam lá).
Como podemos ler no extracto do livro de Richard Clarke, durante o 11 de Setembro houve quem se "lembrasse da virgem", mas foi tarde demais. Massoud já tinha sido cobardemente assassinado a 9 de Setembro pela Al-Qaeda, acção esta coordenada com o ataque às torres gémeas.

sábado, maio 15, 2004

Vómito: cartazes das europeias

Olho para os cartões amarelos e vermelhos, os retrovisores, os slogans numa toada de toma lá dá cá, as frasezecas de baixo nível sem conteúdo nenhum, não há hipótese, nos cartazes das europeias de Europa nem pó! Francamente, acho esta atitude de uma irresponsabilidade tremenda, quando as eleições europeias são das eleições mais importantes para o país. Se o populismo e a mediocridade é o que ocorre aos candidatos representados por aqueles cartazes, então parem o país e deixem-me sair!

Há cinco anos estava em França aquando da campanha para as últimas europeias. Na altura lembro-me de assistir a debates interessantes sobre a Europa em que se falava de todos os países da União, várias vezes foi comentado que em Portugal e Espanha a campanha estava centrada sobre assuntos nacionais com muito pouca discussão sobre a Europa. Nessa altura estava a 2000 km, não me apercebi da dimensão da miséria. É muito pior do que pensava...

Sábado em Coimbra VIII: ode ao agrião

Esta manhã comprei no mercado um soberbo molho de agrião. Se fosse poeta hoje dedicava-lhe uma ode a ser cantada por uma diva da ópera clássica.

Sábado em Coimbra VII

sexta-feira, maio 14, 2004

Actualização do alargamento em Esblogvaco

Aqui vão o resto das traduções do meu texto comemorativo do alargamento. São algo forçadas e a tradução do Aviz é apenas fonética. Talvez o Iuri do blogue La Plage me dê umas dicas para as melhorar.

Stelesnenia túžby (Avatares de um desejo)
Krotitel klamstiev (Almocreve das petas)
Kvadratúra kruhu (Quadratura do círculo)
Aviš (Aviz)
Dedalus (Daedalus)

quinta-feira, maio 13, 2004

Marialvismo militar: do baralho de cartas à tortura de iraquianos

Já há longos anos que se percebe que as forças armadas americanas não andam sintonizadas no mesmo comprimento de onda das suas congéneres europeias, no que toca ao respeito pelos inimigos. Eis alguns exemplos:

1. Durante a primeira guerra do Iraque todos nos lembramos dos mísseis decorados com mimos e insultos a Saddam e ao Iraque, do género: «eat this», «up your ass», «smile, you’re going to blow Saddam», etc. Nesta segunda guerra do Iraque repetiram-se de novo as gracinhas nas pontas mísseis e durante a invasão reparei nos nomes inscritos nos canos dos tanques do exército americano: «cojones», «death angels», «predator», «California mother fuckers», etc.

2. Mal acabada a guerra, a administração militar americana no Iraque lançou o famoso baralho de cartas. Sinceramente isto não me parece uma atitude de uma força militar séria, parece-me mais algo saído de um argumento de um filme de série B de Hollywood (deve ser a fonte de inspiração de quem teve esta brilhante ideia).

3. Quando Saddam foi capturado todos ouvimos claramente o «We’ve got him!». Por muito sinistro que tenha sido Saddam julgo que a nível institucional - altas patentes militares e governantes - não se deve ter um comportamento de putos de rua que andam a jogar à apanhada. Porque Saddam é um dos maiores criminosos daquela região do mundo deve ser tratado com gravidade e rigor, para que as vítimas possam sentir que a justiça é aplicada igualmente com rigor. Essa é a melhor justiça, a que deixa menos mazelas.

Neste clima de marialvismo militar misturado com crueldade bem ao jeito do filme «Nascido para Matar» de Stanley Kubrik, não espanta que tenham surgido estes casos de torturas. O pior é que durante estes abusos fica claro que existiu alguma tolerância de patentes mais elevadas e não só, nomeadamente de Rumsfeld.

Obviamente que em teatros de guerra este tipo de comportamentos acontece sempre com mais ou menos frequência, não existem exércitos puros. Mas num contexto de marialvismo militar com baralhos de cartas, mísseis decorados com maminhas e altas patentes com linguagem de putos de rua, a probabilidade de acontecerem abusos e torturas aumenta exponencialmente.

A Europa deveria demarcar-se
Na maior parte dos exércitos europeus estes comportamentos marialvas são proibidos. Tenho colegas franceses e alemães que serviram em destacamentos nos territórios da ex-Jugoslávia e para eles era proibido fazer pinturazinhas com graçolas no material militar e muito menos utilizar linguagem de puto de rua mesmo em face de adversários mais agressivos. É por estas e por outras que acho urgente a criação de um exército europeu com outro tipo de filosofia de intervenção e que respeite os adversários mesmo quando estes são assassinos dos mais execráveis. Em nome das vítimas.

quarta-feira, maio 12, 2004

Hans Blix sobre a cimeira dos Açores

Ce dimanche, George W. Bush, Tony Blair et José Maria Aznar s'étaient retrouvés pour une heure aux Açores, au beau milieu de l'Atlantique, afin de lancer un dernier appel - pour mémoire - aux membres réticents du Conseil de sécurité et de les inviter à accepter le projet de résolution sur l'Irak.

"Irak, les armes introuvables", Hans Blix, Fayard, 2004, pag. 16.

A importância de Portugal e do governo português neste processo está toda neste parágrafo. Encontram-na? Eu também não.

terça-feira, maio 11, 2004

Dali

Dali faria hoje 100 anos. Na minha opinião foi a personalidade do século XX mais rebelde, irreverente e livre.

segunda-feira, maio 10, 2004

Fátima: carne para canhão nas estradas nacionais!

Sinto-me bastante revoltado com as cenas que vi este fim de semana nas estradas portuguesas. Portugal tem uma Igreja Católica que é rica, poderosa e influente, que até se mete em certas questões políticas de uma forma despropositada e por vezes pouco elegante (como o panfleto sobre a referência ao catolicismo na futura constituição europeia), mas que é incapaz de propor uma solução para acabar com esta vergonha nacional que é o desfile perigosíssimo de milhares de peregrinos através das faixas de rodagem das nossas estradas. Eu já tinha escrito sobre este problema ilustrando o meu texto com umas fotos que mostram peregrinos em situações perigosas. Mas, o que vi este fim de semana foi largamente mais grave do que o que mostram essas fotos. Vi grupos de cerca uma centena de pessoas a ocupar uma faixa de rodagem da N1 antes do romper da aurora. Numa curva com perfil ao contrário e a descer perto de Condeixa fui praticamente obrigado a parar para não pôr em perigo a integridade dos peregrinos. Havia pessoas a saltar os separadores de betão e carros de assistência parados em plena faixa de rodagem. Da minha janela em Coimbra tenho vista para o viaduto da ponte de Açude em Coimbra, que é uma estrada onde é proibido o atravessamento de peões. Desde sexta, da minha janela observo grupos de algumas dezenas de peregrinos a atravessar o viaduto, chegando estes ao ponto de parar o trânsito, com direito a travagens no limite de carros e de camiões de grande porte. É um arrepio! De minha casa oiço o barulho de travagens o dia todo!

Então onde é que estão os movimentos pró-vida da Igreja Católica? Será que a vida dos peregrinos é carne para canhão? Custava muito à Igreja Católica celebrar um acordo com os municípios ou as regiões (se as houvesse) para construir uma rede de caminhos de peregrinação para Fátima no meio da natureza e fora das estradas nacionais???

sábado, maio 08, 2004

Mar Salgado

Para os nossos conterrâneos do Slané More uma saudação muito especial por cumprirem hoje um ano de intensa actividade bloguista. Mas atenção Comandante, a capital do mundo livre não é negociável, é Veneza e não se fala mais nisso! ;)

sexta-feira, maio 07, 2004

Comentai e multiplicai-vos!

Após meses de ameaços e de promessas não cumpridas, eis que arranjei pachorra para incluir comentários na Klepsýdra! Agora é que vai ser levar nas orelhas!

Trânsito de Vénus (corrigido)

No próximo dia 8 de Junho, Vénus vai passar em frente ao Sol. Trata-se de um fenómeno raro, o último ocorreu em 1882. O próximo trânsito de Vénus só ocorrerá em 2012, mas nessa ocasião será noite cerrada na Europa. Só em 2117 ocorrerá outro trânsito de Vénus visível na Europa, por isso há que aproveitar esta ocasião para ver um fenómeno único no tempo de uma vida. Durante toda a manhã de 8 de Junho (durante cerca de 6 horas) será visível um ponto negro a passar em frente ao Sol. Quem possui óculos para observar eclipses solares pode ir buscá-los ao baú, quem não tem deve ir a uma farmácia e pedir uns óculos. É muito perigoso olhar directamente para o Sol.


Durante o eclipse total do Sol, Place Kléber, Estrasburgo, 1999

quinta-feira, maio 06, 2004

Alargamento: a União Europeia no seu melhor

A realização mais conseguida da União Europeia (UE) desde a sua criação em 1951, como Comunidade Europeia do Carvão e do Aço, foi a expansão efectiva de uma fórmula que combina democracia, desenvolvimento sustentado e direitos sociais a espaços nacionais circundantes mais pobres e mais frágeis. Em mais nenhuma outra região do globo se realizou algo de semelhante. Em 1951 quando tudo começou com a Alemanha, a Bélgica, a França, a Itália, o Luxemburgo e a Holanda, estes países podiam ter optado por formar uma pequena fortaleza de prosperidade na Europa, mas não o fizeram. 53 anos mais tarde o modelo criado por estes países evoluiu e expandiu-se até 25 países. Pelo caminho foram integrados espaços nacionais com grandes dificuldades a quase todos os níveis como Portugal, Espanha, Grécia, Irlanda e a RDA, espaços esses que têm hoje outra consistência. O que é notável, é que à medida que grandes espaços como a Península Ibérica ou a RDA foram sendo integrados as prestações económicas da UE foram melhorando sem sacrificar a qualidade de vida dos cidadãos, nomeadamente em relação ao ambiente, à educação e às regalias sociais (férias, segurança social, horas de trabalho, etc.). Esperemos agora que a história se repita depois da entrada dos 10 novos parceiros.

Os maus exemplos
No início dos anos 80 cidadãos mexicanos e americanos jogavam volei na praia que fica entre San Diego e Tijuana utilizando como rede a vedação metálica da fronteira entre os EUA e o México. Hoje no mesmo local ergue-se um muro colossal, o maior muro do planeta que separa dois países. Navios militares de grande porte patrulham aquela costa. As diferenças acentuaram-se de um lado e do outro da fronteira. Ao contrário do que aconteceu na Europa, a prosperidade da América do Norte não se expandiu aos outros espaços nacionais adjacentes mais pobres: México, Guatemala, República Dominicana, Nicarágua, Panamá e Haiti. Isso deveria fazer reflectir os responsáveis pelos modelos económicos e sociais que foram escolhidos para desenvolver de uma forma equilibrada aquela região do mundo, mas há quem esteja mais ocupado com coisas importantíssimas como mudar o nome das batatas fritas de french fries (que ironicamente são belgas) para freedom fries.
Em relação ao leste asiático - o outro espaço de prosperidade do planeta - as recentes escaramuças na fronteira entre a Malásia e a Tailândia ilustram bem o resultado que se consegue quando se constróem espaços económicos somente baseados num liberalismo selvagem. O crash asiático dos anos 90 já tinha dado uma indicação que a maratona do desenvolvimento sustentado não se faz à custa de sprints liberais efémeros, mas pelos vistos por ali a classe política também não aprende muito.

quarta-feira, maio 05, 2004

Ainda temos amigos no Iraque?

De segunda para terça segui o debate bastante acalorado na CNN sobre os casos de tortura e abusos de detidos nas prisões iraquianas. A dado momento, um dos comentadores genuinamente incomodado com as revelações que íam sendo feitas ao longo do programa, desabafou aproximadamente o seguinte:
"Sinceramente, vocês acham que depois disto ainda nos restam alguns amigos no Iraque?"

terça-feira, maio 04, 2004

É a pronúncia do Norte


(Fotografia do sitio da UEFA)

Há um prenúncio de morte
Lá do fundo de onde eu venho
Os antigos chamam-lhe renho
Novos ricos são má sorte

É a pronúncia do Norte
Os tontos chamam-lhe torpe

Hemisfério fraco outro forte
Meio-dia não sejas triste
A bússula não sei se existe
E o plano talvez aborte

Nem guerra, bairro ou corte
É a pronúncia do Norte

Não tenho barqueiro nem hei-de remar
Procuro caminhos novos para andar
Tolheste os ramos onde pousavam
Da Geada as pérolas as fontes secaram

Corre um rio para o mar
E há um prenúncio de morte

E as teias que vidram nas janelas
esperam um barco parecido com elas
Não tenho barqueiro nem hei-de remar
Procuro caminhos novos para andar

E É a pronúncia do Norte
Corre um rio para o mar


Rui Reininho

Eclipse lunar

Hoje quando a Lua nascer estará já mergulhada na sombra da Terra. O eclipse total começará às 20h52 e durará até às 22h08, o máximo do eclipse dar-se-á às 21h30. A saída da sombra ocorrerá às 23h12 e a saída da penumbra às 00h09.

O NUCLIO, uma associação de divulgação científica, organiza uma sessão de observação na marina de Cascais.

segunda-feira, maio 03, 2004

Richard Clarke chama os bois pelos nomes

In the 1700s a small group of extraordinary Americans created the Constitution that governs this country. In it, they dictated an oath that the President of the United States should swear. 43 have done so since. Scores of millions of Americans have sworn a very similar oath upon becoming citizens, or joining the armed forces, becoming FBI agents, CIA officers, or federal bureaucrats.

All of the above-mentioned groups have sworn to protect that very Constitution "against all enemies". In this era of threat and change, we must all renew our pledge to protect that Constitution against the foreign enemies that would inflict terrorism against our nation and its people. (...) We must also defend the Constitution against those who would use terrorist threat to assault the liberties the Constitution enshrines. Those liberties are under assault and, if there is another major, successful terrorist attack in this country there will be further assaults on our rights and civil liberties. Thus, it is essential that we prevent further attacks and that we protect the Constitution...against all enemies.


"Against All Enemies", Richard Clarke, Free Press, pag. xiii (preface), 2004.

Pegando no excerto: those who would use terrorist threat to assault the liberties the Constitution enshrines
Este "those" refere-se a pessoas como Rumsfeld. Lá iremos em breve aqui na Klepsýdra.

Richard Clarke foi nomeado pelo Presidente Clinton para o cargo de First National Coordinator for Security, Infrastructure Protection, and Counterterrorism em Maio de 1998 e continuou nessa posição sob a administração de George W. Bush. Richard Clarke coordenou todas as operações na Casa Branca desde que o primeiro avião embateu nas torres do WTC até à entrada em cena do responsável da Continuity of Government (plano de emergência que prevê um substituto interino para dar continuidade ao governo em situações de crise quando o presidente está ausente da Casa Branca).
O JCD dos Jaquinzinhos deveria corrigir este texto onde remete Richard Clark para um simples Special Adviser for Cyberspace Security. JCD refere no mesmo texto que um blogue de esquerda é sinónimo de falta de rigor...Deve ter lido isso nalguma embalagem de Corn Flakes!

Acabou a chulice no aeroporto de Lisboa

Num texto intitulado "Chulice no aeroporto" de 27 de Janeiro denunciei aqui na Klepsýdra o pagamento da utilização de carrinhos da sala da recolha de bagagens do aeroporto de Lisboa. Os passageiros já pagavam as taxas de aeroporto que servem para cobrir os custos deste tipo de serviços (as mangas de entrada e saída, os autocarros, a segurança, etc.). Mas, quando os passageiros chegavam à sala de recolha de bagagens era lhes cobrado pela segunda vez um serviço incluído nessas mesmas taxas de aeroporto quando os passageiros pretendiam utilizar um carrinho de transporte de bagagens. Graças aos protestos de muitos, entre os quais este vosso escriba, essa chulice acabou. Obrigado aeroporto de Lisboa!

domingo, maio 02, 2004

Alargamento em Esblogvaco

Do ponto de vista pessoal o 1 de Maio de 2004 é um dia muito especial. Cá por “casa” a vida vai ficar um bocadinho mais fácil, e só não fica ainda mais por causa da “quarentena” imposta aos novos países da União por todos os estados com a excepção da Irlanda. Esquecendo as coisas tristes e com algum atraso, quero partilhar convosco este pequeno passo para a Europa mas um grande passo para os cidadãos europeus. Aqui vai o nome da nossa lista de blogues em eslovaco, que é para nos irmos habituando às línguas esquisitas que estarão daqui para a frente ligadas à nossa:

Heisenbergov šilt (A aba de Heisenberg)
Náhly (Abrupto)
Langtonov mravec (A Formiga de Langton)
Podstata zla (A Natureza do Mal)
Pláž (A Praia)
Barnabáš (Barnabé)
Rúhanie (Blasfémias)
Ľavicový blog (Blog de Esquerda)
Portugalský sociálny blog (Blogo Social Português)
Blog o Kleistovi (Blog sobre Kleist)
Inteligentná bomba (Bomba Inteligente)
Naša Kauza (Causa Nossa)
Lisabonský denník (Diário de Lisboa)
Diablov slovník (Dicionário do Diabo)
Empatia (Empatia)
Fenix (Fénix)
Čerství (Frescos)
Zrnko piesku (Grão de Areia)
Vyprážané ryby (Jaquinzinhos)
Slávny latinčinár (Latinista Ilustre)
Lokálny a blogálny (Local e Blogal)
Slané more (Mar Salgado)
Plynúci čas (Os Tempos que Correm)
Ozón(Ozono)
Relatívna krajina (País Relativo)
Pavol Milý (Paulo Querido)
Ulica židovskej štvrte (Rua da Judiaria)
Nasolenie rýb (Salmoura)
Mať hlas (Ter Voz)
Telma a Luiza (Thelma & Louise)

Ainda faltam alguns da coluna ali do lado

Algumas traduções são aproximadas, outras “puxadas”.