Melhor Filme
"L'Enfer" de Danis Tanovic
Ler aqui comentário breve ao filme na rubrica Klepcinema.
Nota: "Colisão" (Crash) de Paul Haggis é de 2004, apesar de o considerar um filme 5 estrelas prefiro "L'Enfer".
Melhor Actriz
Isabelle Carré pelo filme "Entre ses Mains"
e Cécile De France pelo filme "As Bonecas Russas"
Melhor Actor
José Garcia pelos filmes "A Caixa Negra" e "Golpe a Golpe"
Melhor Ficção Científica
"A Ilha" de Michael Bay
Com menos espectacularidade seria um filme de ficção científica perfeito. A abundância de orçamento por vezes prejudica a imaginação. Para fazer uma versão de "A Ilha" cinco estrelas bastaria filmar a história toda na refinaria de Sines, um bigode postiço como adereço e uma sandes de chouriço e uma sumás de ananol para cada actor e figurante.
Melhor Filme Fantástico
"A Caixa Negra" de Richard Berry
Melhor Diálogo
"ENRON" de Alex Gibney
O diálogo escolhido não é um diálogo escrito pela produção, é "escrito" sim pela "mão invisível", trata-se de um diálogo real entre dois correctores da ENRON gravado durante escutas telefónicas à empresa. Neste diálogo entre duas gargalhadas os dois correctores da ENRON interrogam-se cinicamente sobre a moral do que estão a fazer, mas umas gargalhadas à frente em nome de milhares de dólares de lucro mandam cortar a electricidade numa central eléctrica da Califórnia, provocando um apagão que vai gerar acidentes, talvez mortes ou falências de empresas e o consequente desemprego.
Melhor Cena de Dança
"Entre ses Mains" de Anne Fontaine
A cena na discoteca em que Claire começa a transgredir sem se dar conta. A dança em si não é especial, o importante é que ao ver Laurent aproximar-se, Claire, até aí uma banal funcionária de uma companhia de seguros, transgride com a sua rotina diária e dança para Laurent com tudo o que isso significa.
Melhor Filme Político
"ENRON: The Smartest Guys in the Room" de Alex Gibney
Nota: "O Pesadelo de Darwin é de 2004"
quinta-feira, março 30, 2006
quarta-feira, março 29, 2006
Cinema: Klepsýdras de Ouro 2005 amanhã 12.00
A segunda edição das Klepsýdras de Ouro que recompensam o cinema realizado no ano de 2005 terá lugar amanhã ao meio-dia em ponto. Podem já começar a montar as tendas ao lado da passadeira de veludo azul, mas peço-vos por amor de Deus que não se empurrem, nem mandem papéis para o chão, senão tenho que soltar os dobermanns. As categorias a premiar são:
Melhor Filme
Melhor Actriz
Melhor Actor
Melhor Ficção Científica (não confundir com fricção)
Melhor Filme Fantástico
Melhor Diálogo
Melhor Cena de Dança
Melhor Filme Político
Vencedor de 2004
Melhor Filme
Melhor Actriz
Melhor Actor
Melhor Ficção Científica (não confundir com fricção)
Melhor Filme Fantástico
Melhor Diálogo
Melhor Cena de Dança
Melhor Filme Político
Vencedor de 2004
Eclipse parcial do Sol (~23%)
Esta manhã ocorrerá um eclipse parcial do Sol cujo máximo acontecerá cerca das 11 horas e cuja taxa de obscurecimento do Sol chegará aos 23% no Algarve.
Todas as informações sobre o eclipse aqui.
Todas as informações sobre o eclipse aqui.
terça-feira, março 28, 2006
O Aquecimento Global a caminho do pior cenário
Via Nuno do Aba de Heisenberg, as reportagens das revistas Science e Times onde os último resultados científicos mostram que os piores cenários do Aquecimento Global são hoje muito mais prováveis.
A Caixa Negra

"A Caixa Negra" do francês Richard Berry é o filme fantástico do ano de 2005. Trata-se de um grande filme cerebral e imprevisível, cuja narrativa é simples sendo complexa, cuja trama é serena e agitada, combinando a esquizofrenia com o filme negro. "A Caixa Negra" é a também a consagração de José Garcia como actor, depois de anos de filmes franceses de série B. José Garcia é Arthur Seligman, um sobrevivente de um acidente de automóvel que fica com graves problemas para gerir as suas memórias. "Sylvain Ganem", "RP 50" ou "le Texas n'existe pas" são algumas das frases, nomes e palavras que se fixam no consciente de Arthur Seligman como se este tivesse acesso aos sítios mais recônditos do seu cérebro; dito por outras palavras: como se Seligman tivesse acesso directo à sua caixa negra...
domingo, março 26, 2006
Ainda sobre as quotas de mulheres na política
Outra abordagem sobre as quotas de mulheres na política por Marina Costa Lobo no DN. Destaco a passagem:
"...uma quota para as mulheres no Parlamento não irá abrir necessariamente nenhuma caixa de Pandora (hoje as mulheres, amanhã os imigrantes, depois os homossexuais com quotas no Parlamento). É que as mulheres não são uma minoria. As mulheres existem em todos os grupos sociais e constituem metade da sociedade, portanto, a sua representação não significaria dar direitos a uns que se negam a outros."
"...uma quota para as mulheres no Parlamento não irá abrir necessariamente nenhuma caixa de Pandora (hoje as mulheres, amanhã os imigrantes, depois os homossexuais com quotas no Parlamento). É que as mulheres não são uma minoria. As mulheres existem em todos os grupos sociais e constituem metade da sociedade, portanto, a sua representação não significaria dar direitos a uns que se negam a outros."
sábado, março 25, 2006
Até nisto somos atrasados
A notícia de ontem do jornal Publico que dava conta que Portugal foi ultrapassado pela República Checa deixou-me completamente deprimido por duas razões. A primeira é pelo facto em si. A segunda razão é por esta notícia já ter sido dada há mais de dois meses na República Checa, como aqui escrevi no passado 22 de Janeiro. Os checos já debateram e já analisaram o assunto, e já partiram para outra. Por cá descobrimos agora a pólvora. O único consolo é que pelo menos os leitores da Klepsýdra já estavam informados há muito desta deprimente notícia.
quinta-feira, março 23, 2006
A banalização da guerra contra o terrorismo e a ETA
Ainda muito pode acontecer depois desta trégua decretada pela ETA, mas para já, por muito frágil que seja essa trégua, ficou demonstrado que a estratégia de Aznar foi falhanço quando este decidiu banalizar a expressão da "guerra contra o terrorismo" também contra a ETA, fazendo um aproveitamento político abusivo do 11 de Setembro, como se a Al-Qaeda e a ETA fossem organizações do mesmo cariz.
quarta-feira, março 22, 2006
North by Northwest
"North by Northwest", ou "Conspiração Internacional" em português, de Alfred Hitchcock é uma película de espionagem que aprecio particularmente pelo ambiente que transmite, visto conseguir combinar de uma forma quase perfeita alguma da tensão política e algum do charme característicos dos finais dos anos 50. Todos os detalhes são deliciosos, desde a apresentação inicial do filme, aos planos de filmagem ricos em profundidade de campo e elementos geométricos, onde abunda arquitectura inovadora e interessante da época e onde a cor e a luz ajudam a criar a atmosfera de mistério desta película. As próprias personagens são misteriosas, nunca sabemos bem em que tabuleiro jogam até quase ao final da história. "North by Northwest" passa-se numa América que já não existe, de pessoas elegantes, de gosto pela estética arquitectónica radical e onde se podia apreciar um prato de boa cozinha no restaurante de um comboio. A cena em que Cary Grant pede uma truta saumonière no restaurante do comboio, pôs-me pensar se isso hoje seria possível e lembrei-me do hambúrguer enfezado que me deram no meu último voo numa companhia aérea americana.À atenção dos cinéfilos: aqui imagem da cena onde aparece Hitchcock.
segunda-feira, março 20, 2006
Um exemplo de quotas masculinas: o pilómetro
A disputa e debate pela candidatura presidencial no seio do PSF fornece-nos um exemplo do ambiente político dominado pela mentalidade masculina mesmo num cenário de quotas e num partido que tradicionalmente respeita as mulheres que fazem política, como é o caso do PSF. Depois de ouvir e ler vários comentários sobre as candidaturas, registei uma análise tosca e tipicamente masculina que se começa a desenvolver, que é mais ou menos a seguinte: Ségolène Royal é a direita do PSF, Strauss-Kahn e Lang são o centro do PSF e Laurent Fabius é a esquerda do PSF. A melhor maneira de interpretar estes comentários é recorrendo ao universo da política do urinol.
Política do urinol ou o pilómetro:
Um fenómeno sobejamente estudado pela psicologia da sexualidade masculina é o trauma do urinol. Frequentemente, os homens que se deslocam a um urinol público para fazer o seu chichizinho deitam um olhar rápido e discreto à pila dos parceiros do lado com o único intuito de comparar o tamanho das pilas. Como a sexualidade dos homens é centrada sobre o pénis este fenómeno é absolutamente normal. O problema é que as ramificações do trauma da pila se estendem a muitas outras áreas, inclusivamente à política. Nos partidos de esquerda não existe nada melhor que substituir a competição do tamanho da pila pela competição do "tipo mais à esquerda". Por exemplo, a frase "eu sou mais à esquerda que fulano X" na esmagadora maioria dos casos significa: "eu tenho uma pila maior que a pila de fulano X". Assim sendo, o que a análise aos candidatos do PSF acima descrita realmente significa é:
- Ségolène Royal não tem pila, nem veste batas maoistas, nem corta o cabelo à condutora de tractores soviéticos, logo é a direita do PSF.
- Strauss-Kahn e Jack Lang são uns tipos com ar de ponderados e de estudiosos, logo ambos são o centro do PSF e têm a pila pequena!
- Laurent Fabius apoia (de uma forma oportunista) o PSF mais ruidoso, de linguagem mais agressiva e populista, logo é a esquerda do PSF e tem a pila grande!
Quando o ambiente político é dominado pelos homens este tipo de análises políticas sumárias e abjectas são muito comuns e no fundo são uma maneira de impor quotas masculinas de uma forma encapotada. É muito fácil para os homens de produzir um ambiente de quotas masculinas encapotadas, bastando para tal aumentar o volume e a agressividade dos discursos e fazer umas poses ameaçadoras.
Política do urinol ou o pilómetro:
Um fenómeno sobejamente estudado pela psicologia da sexualidade masculina é o trauma do urinol. Frequentemente, os homens que se deslocam a um urinol público para fazer o seu chichizinho deitam um olhar rápido e discreto à pila dos parceiros do lado com o único intuito de comparar o tamanho das pilas. Como a sexualidade dos homens é centrada sobre o pénis este fenómeno é absolutamente normal. O problema é que as ramificações do trauma da pila se estendem a muitas outras áreas, inclusivamente à política. Nos partidos de esquerda não existe nada melhor que substituir a competição do tamanho da pila pela competição do "tipo mais à esquerda". Por exemplo, a frase "eu sou mais à esquerda que fulano X" na esmagadora maioria dos casos significa: "eu tenho uma pila maior que a pila de fulano X". Assim sendo, o que a análise aos candidatos do PSF acima descrita realmente significa é:
- Ségolène Royal não tem pila, nem veste batas maoistas, nem corta o cabelo à condutora de tractores soviéticos, logo é a direita do PSF.
- Strauss-Kahn e Jack Lang são uns tipos com ar de ponderados e de estudiosos, logo ambos são o centro do PSF e têm a pila pequena!
- Laurent Fabius apoia (de uma forma oportunista) o PSF mais ruidoso, de linguagem mais agressiva e populista, logo é a esquerda do PSF e tem a pila grande!
Quando o ambiente político é dominado pelos homens este tipo de análises políticas sumárias e abjectas são muito comuns e no fundo são uma maneira de impor quotas masculinas de uma forma encapotada. É muito fácil para os homens de produzir um ambiente de quotas masculinas encapotadas, bastando para tal aumentar o volume e a agressividade dos discursos e fazer umas poses ameaçadoras.
domingo, março 19, 2006
Google Mars
Oportunamente, a Maura do Diário de Lisboa chamou-me a atenção para o novo Google Mars. Parece ficção científica, mas não é, trata-se de parte da superfície de Marte que foi cartografada pelas várias missões da NASA e da ESA.
Para quando o Google Universe?
Cá para mim, nesta altura até Deus já deve estar a temer o aparecimento aí de um Google Paradise ou coisa que o valha, onde será devidamente assinalada a tenebrosa árvore dos frutos proibidos.
Para quando o Google Universe?
Cá para mim, nesta altura até Deus já deve estar a temer o aparecimento aí de um Google Paradise ou coisa que o valha, onde será devidamente assinalada a tenebrosa árvore dos frutos proibidos.
sábado, março 18, 2006
Voz ao Islão moderno na ARTE
Soheib Bencheikh, investigador de ciências islâmicas e ex-mufti de Marselha, é o convidado do excelente Fórum dos Europeus do canal ARTE, hoje às 18.00. Frequentemente, os meios de comunicação em busca de sensacionalismo e de vendas fáceis acabam por atiçar os espíritos dando a voz aos representantes islâmicos mais radicais. A ARTE ao convidar Soheib Bencheikh faz o contrário e dá voz a um Islão moderno e moderado, coisa rara em televisão. Soheib Bencheikh já tinha brilhado no excelente debate sobre as caricaturas moderado por Cohn Bendit na ARTE. É imperativo ouvir Soheib Bencheikh sobre a importância das caricaturas na religião islâmica, que é quase nenhuma ao contrário do que se possa pensar. Segundo o investigador Soheib Bencheikh a interdição da representação de figuras humanas teve apenas importância no período em que Maomé pretendeu erradicar a idolatria de estatuetas e de figuras entre o seu povo. Depois desse período o Islão foi das poucas religiões em que a representação ícones e figuras se manteve praticamente residual até aos dias de hoje. Actualmente, só uma interpretação deturpada e mal intencionada do Islão pode atribuir um significado blasfematório às caricaturas, significado esse que elas de facto não possuem.
sexta-feira, março 17, 2006
Este fim-de-semana manifestarei contra:
- A ocupação e gestão desastrosa do Iraque por parte da coligação internacional liderada pela Administração Bush.
- A NATO. É de longe a organização menos democrática de que Portugal faz parte. Uma aliança faz-se entre aliados e na NATO existem países que praticamente já não têm aliados dentro da organização.
- O obscurantismo e o fascismo desse Islamismo que mata, destrói e inferniza a vida de milhões de pessoas e contra as alianças militares e petrolíferas entre a Administração Bush e os regimes islâmicos mais medievais e sanguinários, como a Arábia Saudita.
- O programa de espionagem ECHELON e seus derivados. A NSA continua a violar as liberdades e os direitos de cidadãos e de empresas de todo mundo, vasculhando informações políticas, pessoais e económicas através de um único critério: o proveito nacional político e económico.
Agenda de manifestações em todo o mundo: aqui.
- A NATO. É de longe a organização menos democrática de que Portugal faz parte. Uma aliança faz-se entre aliados e na NATO existem países que praticamente já não têm aliados dentro da organização.
- O obscurantismo e o fascismo desse Islamismo que mata, destrói e inferniza a vida de milhões de pessoas e contra as alianças militares e petrolíferas entre a Administração Bush e os regimes islâmicos mais medievais e sanguinários, como a Arábia Saudita.
- O programa de espionagem ECHELON e seus derivados. A NSA continua a violar as liberdades e os direitos de cidadãos e de empresas de todo mundo, vasculhando informações políticas, pessoais e económicas através de um único critério: o proveito nacional político e económico.
Agenda de manifestações em todo o mundo: aqui.
quarta-feira, março 15, 2006
Mais uma para a lista
Deeyah é uma cantora norueguesa muçulmana de pai paquistanês e mãe afegã cuja carreira musical - na onda de um pop misturado com hip-hop - tem conhecido algum sucesso. A carreira de Deeyah tem provocado a ira dos sectores mais conservadores da comunidade muçulmana por aparecer frequentemente com algumas partes do seu corpo desnudadas e mais recentemente por dançar com um negro num dos seus videoclips. Deeyah e a sua família têm sido alvo de insultos públicos constantes, aconteceram inclusivamente ataques ao palco durante alguns dos seus concertos, o que contribuíu em muito para que Deeyah se mudasse para o Reino Unido. Recentemente, já no Reino Unido durante a sua última digressão de espectáculos, Deeyah foi obrigada a contratar um corpo de guarda-costas pois começou a ser objecto de ameaças de morte da parte de muçulmanos extremistas.Deeyah junta-se assim a Hirsi Ali, a Salman Rushdie e a muitos outros que estão na lista negra de um punhado de fascistas que decidiram deturpar a religião islâmica, transformando-a numa caricatura de mau gosto do Islão.
terça-feira, março 14, 2006
Italiano para principiantes
"Italiano para principiantes" é uma deliciosa película dinamarquesa realizada por Lone Scherfig e é também o filme número 12 da Dogme 95 (ver entrada sobre "Festen"). Lone Scherfig propõe-nos uma interessante história de um conjunto de adultos que se reúne, sob o pretexto de um curso de italiano para principiantes, com o objectivo de conhecer indivíduos do sexo oposto. A narrativa é simples mas cada uma das relações que se estabelecem é complexa, e é aí que reside toda a piada deste filme. A hesitação, a dúvida, a timidez, a insegurança, a estupidez, a ousadia, o desejo e a angústia misturam-se de forma bem doseada, resultando num conjunto de jogos amorosos cujo o efeito é o de amplificar ainda mais a intensidade dos sentimentos de cada um. Em "Italiano para principiantes" não basta carregar num botão e salta logo uma mulher (ou homem) disponível para amar, é por isso que considero aquele engate a martelo de "Match Point" tão atroz. As personagens de "Italiano para principiantes" movem-se no melhor dos mundos, movem-se nas tortuosas dimensões dos preliminares e dos jogos de sedução.
segunda-feira, março 13, 2006
Comentários sobre a declaração contra o Islamismo
Comentários sobre a declaração de Ayaan Hirsi Ali, Chahla Chafiq, Caroline Fourest, Bernard-Henri Lévy, Irshad Manji, Mehdi Mozaffari, Maryam Namazie, Taslima Nasreen, Salman Rushdie, Antoine Sfeir, Philippe Val e Ibn Warraq:
"Subscrevo tudo excepto o trecho: "the world now faces a new totalitarian global threat: Islamism." Nao vejo que exista essa ameaca existencial; ainda menos me parece que possa ser equiparada em natureza, dimensao e perigo existencial com os casos do fascismo, do nazismo ou do estalinismo. E' que todas esses "movimentos" tiveram um forte suporte, tacito ou explicito, de parte significativa das populacoes do Ocidente. Nao e', de modo algum, o caso do dito Islamismo."
MP-S
"...não me parece que seja o mesmo tipo de ameaça, nem a mesma dimensão. Mas é uma ameaça à democracia. E já tem tido consequências como bem sabemos. Discutir o papel da superpotência no desenrolar disto tudo é um exercício interessante..."
Random
"Subscrevo tudo excepto o trecho: "the world now faces a new totalitarian global threat: Islamism." Nao vejo que exista essa ameaca existencial; ainda menos me parece que possa ser equiparada em natureza, dimensao e perigo existencial com os casos do fascismo, do nazismo ou do estalinismo. E' que todas esses "movimentos" tiveram um forte suporte, tacito ou explicito, de parte significativa das populacoes do Ocidente. Nao e', de modo algum, o caso do dito Islamismo."
MP-S
"...não me parece que seja o mesmo tipo de ameaça, nem a mesma dimensão. Mas é uma ameaça à democracia. E já tem tido consequências como bem sabemos. Discutir o papel da superpotência no desenrolar disto tudo é um exercício interessante..."
Random
domingo, março 12, 2006
Reacção previsível
Daqueles cujo passatempo preferido é tentar desacreditar todas as organizações internacionais (ONU, UE, TPI, etc.), excepto a NATO claro. Em Guantanamo aquilo é bem melhor que o TPI já se sabe...
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