Petr Čech = Pétr Tcherr (ch em checo pronuncia-se como o ch duro em alemão; as vogais são todas abertas)
Tomáš Sivok = Tómáásh Civok (š = sh; as vogais acentuadas são longas)
Jaroslav Plašil = Iaroslav Plashil (j=i)
Václav Pilař= Vatslav Pilarj (c=ts e ř=rj)
Petr Jiráček= Petr Iiráátchek (č=tch)
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Tomáš Rosický= Tomash Rozitskii
Daniel Kolář= Daniel Kolarj
Por favor não digam mais Roziqui ou Petr Chéche...
Václav Havel (lê-se Vatslav, c=ts) é sobretudo sinónimo de coragem. Contra o regime comunista legitimado pelos tanques soviéticos, Havel foi reunindo em torno de si de uma forma mais ou menos caótica dissidências várias da sociedade checoslovaca que agrupava desde católicos a trotsquistas, apesar da permanente perseguição e das passagens pela prisão de que foi alvo. Quando a URSS começou a vacilar, foi com a mesma coragem que Havel apareceu nas primeiras linhas da contestação, quando ainda era incerto se uma nova vaga de tanques soviéticos pudesse voltar a intervir ou não.
A 21 de Agosto de 1968, o fotógrafo checo Josef Koudelka tinha acabado de chegar de um périplo fotográfico sobre a vida dos ciganos nos países de leste. Os tanques do Pacto de Varsóvia, bem obedientes ao poder de Moscovo, entraram na Checoslováquia com o objectivo de "libertar" o povo checo das decisões "políticas reaccionárias" do governo de Alexander Dubček.
