
quarta-feira, abril 11, 2012
Uma cintura estelar feita de cometas

quarta-feira, março 14, 2012
A anã e os gigantes

quarta-feira, fevereiro 08, 2012
quarta-feira, dezembro 21, 2011
quarta-feira, junho 29, 2011
Uma estrela de neutrões com mais olhos que barriga

quarta-feira, abril 27, 2011
Arte nas estrelas

Esta imagem comemorativa dos 21 anos do telescópio Hubble mostra um grupo de galáxias em interacção designado Arp 273.
segunda-feira, abril 11, 2011
Vertigem nos pólos de Vénus

Viva a geração rasca!
quarta-feira, março 09, 2011
Cicatriz Marciana

quarta-feira, julho 07, 2010
O Universo micro-ondas

(alta resolução aqui)
Primeira imagem completa do céu na banda das micro-ondas (dos 30 GHz aos 857 GHz) obtida pela missão Plank da ESA.
terça-feira, junho 29, 2010
Cratera de Magalhães

segunda-feira, junho 07, 2010
ESA e Rússia simulam viagem a Marte
Iniciou-se no passado dia 3 de Junho a experiência Mars 500 cujo objectivo é simular um voo tripulado ao planeta Marte. A Mars 500 é dirigida pelo Instituto de Problemas Biomédicos da Rússia em estreita colaboração com a Agência Espacial Europeia, contando ainda com participação internacional de instituições científicas de países como a China ou os EUA. A “tripulação” da Mars 500 é composta por seis elementos: três russos, um italiano, um francês e um chinês. As suas competências cobrem sobretudo os domínios da engenharia, da fisiologia e da medicina. A simulação de viagem a Marte iniciada a 3 de Junho durará até 5 de Novembro de 2011. A 8 de Fevereiro de 2011 serão simulados a chegada a Marte e o início das operações em solo marciano. De seguida, a 10 de Março de 2011, inicia-se a viagem de “regresso” à Terra.
Durante cerca de 520 dias, a “tripulação” da Mars 500 estará confinada a viver em cinco módulos onde serão testadas todas as condições de sobrevivência associadas a uma viagem de ida e volta a Marte. Durante este estudo será dada especial atenção à saúde e à capacidade de trabalho dos 6 elementos em condições de isolamento hermético, confinados a um volume limitado em que serão simuladas especificidades inerentes a voos inter-planetários, como: autonomia de decisão da tripulação em relação a um centro de comando terrestre, recursos limitados ou instabilidade e atraso nas comunicações com a Terra. Este atraso pode ser da ordem de alguns segundos a alguns minutos, dado que as ondas rádio utilizadas nas comunicações entre Terra e Marte propagam-se à velocidade da luz. No final deste estudo será avaliada a possibilidade real de realizar uma viagem tripulada a Marte tendo em conta o conjunto de adversidades fisiológicas e psicológicas registadas. Recorde-se que outras simulações anteriores de isolamento humano (Biosfera I e II) resultaram em graves problemas relacionais entre os intervenientes. A experiência Mars 500 será também importante para determinar o nível de equipamento essencial para as naves espaciais que transportarão uma futura tripulação ao planeta Marte.
O interesse dos voos inter-planetários tripulados deve-se à maior capacidade dos seres humanos para estudar a superfície de um planeta quando comparada com o reduzido número de funções que os mais dispendiosos robots actuais são capazes de realizar. Como tem sido hábito desde o início da exploração espacial, espera-se também que novas tecnologias e novas ideias resultantes desta experiência possam ter um impacto positivo no nosso quotidiano na Terra em domínios tão diferentes como a medicina ou a engenharia. Consultar este sítio da NASAsobre o impacto da tecnologia espacial no quotidiano.
sexta-feira, maio 14, 2010
sexta-feira, abril 23, 2010
20 anos do Hubble

Há quase 20 anos, dia 24 de Abril de 1990, o vaivém espacial Discovery colocou em órbita o telescópio Hubble. As imagens e os dados obtidos durante estas duas décadas têm sido valiosíssimos para responder a questões muito importantes que vão desde a caracterização de exoplanetas à composição do Universo.
domingo, março 07, 2010
Cryosat

O Cryosat foi equipado com um radar de microondas que detecta a alteração da espessura do gelo oceânico, tipicamente de alguns metros, e da espessura da massa de gelo terrestres, que pode atingir cinco quilómetros na Antárctida. O radar pode detectar alterações na espessura destas massas de gelo com uma resolução de um centímetro, bem como os diferentes tipos de gelo que compõem as massas glaciares. Até hoje, as calotes de gelo polar tinham sido estudadas sobretudo em função da sua área, através das observações efectuadas pelo satélite Envisat. Foi deste modo que se detectaram os recentes mínimos de cobertura de gelo do Árctico e a redução da sua extensão média de 2,7% por década.
Dado que a diminuição de massa de gelo polar é citada na literatura científica como uma das consequências do aquecimento global e dado que o degelo dos pólos tem influência directa na subida do nível de água do mar e na diminuição da radiação reflectida para o espaço, para perceber melhor as alterações do clima será fundamental saber quais as características, a evolução sazonal e a evolução a longo prazo da espessura do gelo polar.
domingo, fevereiro 21, 2010
Satélites da ESA ajudam Haiti
(publicado no portal Esquerda.net)
A Carta Internacional Espaço e Grandes Catástrofes consiste num protocolo que engloba várias agências espaciais que se destina a intervir em desastres naturais e tecnológicos. O objectivo da Carta visa melhorar a eficácia e a organização das operações de socorro nas regiões afectadas, prevenir acidentes e optimizar a reconstrução das infra-estruturas destruídas. Esta carta foi criada em 2000 por iniciativa da Agência Espacial Europeia. Desde então as agências signatárias da carta disponibilizam os seus meios gratuitamente (satélites, centros de tratamento de dados e de telecomunicações, etc.) aos países afectados por ciclones, tremores de terra, marés negras, inundações, incêndios ou erupções vulcânicas. Os satélites Envisat e ERS-2 são os dois principais instrumentos de observação disponibilizados pela ESA em caso de catástrofe.
Em 2010, a Carta já foi activada em nove ocasiões: tempestade de neve na China, ciclones nas Ilhas Cook e em Tonga, inundações no Peru, Bolívia, Faixa de Gaza e Albânia e terramotos nas Ilhas Salomão e no Haiti.
No caso do Haiti, foram fornecidas imagens de arquivo que permitiram identificar com clareza qual a função dos edifícios destruídos antes do terramoto. As imagens fornecidas em tempo real permitiram avaliar a extensão da destruição e os locais onde se iam aglomerando as tendas dos sobreviventes. Estas imagens permitiram também traçar rotas mais rápidas para o transporte de assistência médica e alimentar, bem como descobrir novos locais para abrigar a população e para a instalação da logística de assistência.
No entanto, a Carta é ainda um mecanismo provisório resultante da boa vontade de um conjunto de instituições, sem uma sólida coordenação política. Lamentavelmente, antes da tragédia do Haiti, os egoísmos nacionais fizeram com que os governos dos diferentes europeus recusassem por em prática um centro de ajuda internacional a catástrofes, sugerido por vários grupos políticos do Parlamento Europeu.
sexta-feira, maio 29, 2009
Os 6 novos astronautas da ESA

Samantha Cristoforetti, Itália
Alexander Gerst, Alemanha
Andreas Mogensen, Dinamarca
Luca Parmitano, Itália
Timothy Peake, Grã-Bretanha
Thomas Pesquet, França
No mais completo amadorismo, foi a primeira vez que Portugal participou num processo de selecção de astronautas da ESA. Fomos 210 a passar as análises médicas, o que foi um bom resultado para um país da nossa dimensão, mas a partir daí há muita coisa a fazer para podermos aspirar a ter um dia um astronauta. Em breve escreverei mais sobre o assunto.
sábado, maio 16, 2009
Herschel & Planck II

Estes dois observatórios vêm reforçar a posição de liderança da Europa na categoria de observatórios espaciais. Convinha não perder essa liderança.
quinta-feira, maio 14, 2009
sexta-feira, dezembro 19, 2008
Dióxido de carbono descoberto num exoplaneta

sexta-feira, novembro 28, 2008
10 milhões de euros para a ESA
Entre os pontos mais importantes que foram aprovados conta-se a evolução do Ariane 5 e um programa de preparação de futuros lançadores, uma nova iniciativa de alterações climáticas "Climate Change Initiative" relativa à provisão de variáveis climáticas essenciais, novos estudos de definição relativamente à evolução de um veículo de transferência retornável, o sistema Iris, um satélite de gestão de tráfego aéreo e o início do programa "Space Situational Awareness" que fornecerá as informações necessárias para ajudar a proteger os sistemas espaciais europeus contra resíduos espaciais e a influência de clima espacial adverso.


